Será realizado pela equipe da ABCZ que coordena o PMGZ - Leite - e aberto ao público.
Seguem os temas a serem debatidos: avaliação genética, aptidão leiteira do zebu, metodologia de controle leiteiro, qualidade do leite, genômica, sustentabilidade e demanda internacional.
Estão confirmados na composição da mesa Aníbal Vercessi (ABCGIL/APTA), Beatriz Cordenonsi Lopes (Pólo de Excelência em Genética Bovina/EPAMIG), Carlos Henrique Cavallari Machado (ABCZ), Ice Cristina Cadette Garbelline (ABCZ/Brazilian Cattle), Maria Gabriela Peixoto (Embrapa Gado de Leite) e Vania Maldini Pena (UFMG/CBMG).
O encontro está marcado para o dia 30 de junho, durante a Megaleite 2011, na Sala do Mérito ABCZ, às 17h.
Créditos da notícia aqui compartilhada à Luiz Humberto Carrião.
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domingo, 19 de junho de 2011
GIRGOIÁS tem novo presidente, Luiz Alberto de Paula e Souza
Poder não se entrega! Quantas vezes ouvi essa frase. Inúmeras. Esse é o pensamento daqueles que trazem consigo a idéia de que sempre estão fazendo o melhor de si dentro de um projeto, ou mesmo, por parte de outros que o utilizam como um palco para sua sobrevivência política.
Depois de Einstein tudo se relativizou. Inclusive a verdade de cada um. O grande legado grego, a democracia, avança de maneira firme e segura entre as sociedades humanas. Quiçá, esse seja o grande marco na História humana desde seu aparecimento. Conviver harmonicamente dentro de instituições humanas tem sido o grande desafio.
Se por um lado o poder engravida, por outro o sofrimento faz parir. A condição de parturiente muita das vezes leva o homem expressar “seus instintos mais selvagens”, e daí uma indagação: o que é pior, a violência da vingança ou a hipocrisia do perdão? Nenhuma das duas. O avanço democrático não exige nem a vingança ou menos o perdão. Exige sim, maturidade em busca do que é melhor e mais real para o projeto que se deseja.
A oposição existe não para deflagrar uma prática destrutiva a um processo em andamento, e sim, criticar erros ao tempo em que aponta para os acertos e, principalmente, trazer aos cidadãos opção de escolha. A alternância de poder contextualizada no modelo democrático é o caminho que evita os dissabores das truculências que maculam a História.
Ontem, 16, definiram o comando da GIRGOIÁS para o próximo biênio. Instituição que trouxe no seu Teste de Progênie oportunidade a touros que não tivessem parentesco com animais já avaliados em outro teste. Houve derrapagens? Sim. Houve desentendimento sobre a execução do mesmo? Sim. Mas a necessidade de trazê-lo à filosofia ao qual foi criado se impôs. Isso é o mais importante. O momento é de muita responsabilidade dos que entram e não menos diferentes com relação aos que saem.
Aberta da Assembléia Geral Ordinária, foi delegada ao então presidente, senhor Rosimar Silva, a presidência da mesma, que, fazendo uso da palavra discorreu sobre o Teste de Progênie GIRGOIÁS desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Gir (ASSOGIR) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).
Depois passou à prestação de contas, discorrendo sobre as dificuldades financeiras em que recebeu a instituição de seu antecessor, principalmente, no que diz respeito aos encargos federais, e que, nesse momento a deixava numa condição extraordinária sob o aspecto financeiro, a ponto de ser feita uma observação por um dos presentes “como sendo uma coisa inédita no Brasil”. Todavia, embora com o parecer favorável do Conselho Fiscal da entidade, não se chegou a um denominador comum sobre a aprovação das contas referentes ao período que ali se encerrava. Foi então que um dos associados presentes, doutor Eni Cabral sugeriu, no que foi acatado de maneira unânime pela Assembléia, de que fosse a prestação de contas aprovada em outra Assembléia Extraordinária, uma vez que os balanços referentes aos dois últimos meses ainda se encontravam em aberto.
Num terceiro momento colocou-se em votação, por aclamação, por se tratar de uma única Chapa “Alberto Pereira Nunes Filho” que, pela manifestação dos presentes alcançará 100% de aprovação, elegendo como presidente Luiz Alberto de Paula e Souza.
O ex-presidente fez os agradecimentos aos seus diretores e funcionários, passando a palavra ao presidente eleito, que iniciou seu discurso agradecendo aos presentes, conclamando a todos para estarem juntos nessa caminhada, pois o objetivo é único, o Gir. Afirmou estar ali como presidente de todos os criadores de Gir de Goiás extensivo a todos os criadores brasileiros através do Teste de Progênie, que hoje é uma realidade, e com os projetos em andamentos como o MOET (Multiplication Ovulation Embryo Transfer) e a Prova de Produção de Leite.
Luiz Humberto Carrião
Depois de Einstein tudo se relativizou. Inclusive a verdade de cada um. O grande legado grego, a democracia, avança de maneira firme e segura entre as sociedades humanas. Quiçá, esse seja o grande marco na História humana desde seu aparecimento. Conviver harmonicamente dentro de instituições humanas tem sido o grande desafio.
Se por um lado o poder engravida, por outro o sofrimento faz parir. A condição de parturiente muita das vezes leva o homem expressar “seus instintos mais selvagens”, e daí uma indagação: o que é pior, a violência da vingança ou a hipocrisia do perdão? Nenhuma das duas. O avanço democrático não exige nem a vingança ou menos o perdão. Exige sim, maturidade em busca do que é melhor e mais real para o projeto que se deseja.
A oposição existe não para deflagrar uma prática destrutiva a um processo em andamento, e sim, criticar erros ao tempo em que aponta para os acertos e, principalmente, trazer aos cidadãos opção de escolha. A alternância de poder contextualizada no modelo democrático é o caminho que evita os dissabores das truculências que maculam a História.
Ontem, 16, definiram o comando da GIRGOIÁS para o próximo biênio. Instituição que trouxe no seu Teste de Progênie oportunidade a touros que não tivessem parentesco com animais já avaliados em outro teste. Houve derrapagens? Sim. Houve desentendimento sobre a execução do mesmo? Sim. Mas a necessidade de trazê-lo à filosofia ao qual foi criado se impôs. Isso é o mais importante. O momento é de muita responsabilidade dos que entram e não menos diferentes com relação aos que saem.
Aberta da Assembléia Geral Ordinária, foi delegada ao então presidente, senhor Rosimar Silva, a presidência da mesma, que, fazendo uso da palavra discorreu sobre o Teste de Progênie GIRGOIÁS desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Gir (ASSOGIR) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).
Depois passou à prestação de contas, discorrendo sobre as dificuldades financeiras em que recebeu a instituição de seu antecessor, principalmente, no que diz respeito aos encargos federais, e que, nesse momento a deixava numa condição extraordinária sob o aspecto financeiro, a ponto de ser feita uma observação por um dos presentes “como sendo uma coisa inédita no Brasil”. Todavia, embora com o parecer favorável do Conselho Fiscal da entidade, não se chegou a um denominador comum sobre a aprovação das contas referentes ao período que ali se encerrava. Foi então que um dos associados presentes, doutor Eni Cabral sugeriu, no que foi acatado de maneira unânime pela Assembléia, de que fosse a prestação de contas aprovada em outra Assembléia Extraordinária, uma vez que os balanços referentes aos dois últimos meses ainda se encontravam em aberto.
Num terceiro momento colocou-se em votação, por aclamação, por se tratar de uma única Chapa “Alberto Pereira Nunes Filho” que, pela manifestação dos presentes alcançará 100% de aprovação, elegendo como presidente Luiz Alberto de Paula e Souza.
O ex-presidente fez os agradecimentos aos seus diretores e funcionários, passando a palavra ao presidente eleito, que iniciou seu discurso agradecendo aos presentes, conclamando a todos para estarem juntos nessa caminhada, pois o objetivo é único, o Gir. Afirmou estar ali como presidente de todos os criadores de Gir de Goiás extensivo a todos os criadores brasileiros através do Teste de Progênie, que hoje é uma realidade, e com os projetos em andamentos como o MOET (Multiplication Ovulation Embryo Transfer) e a Prova de Produção de Leite.
Luiz Humberto Carrião
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